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sexta-feira, 30 de março de 2012

Tornado solar gigante filmado pela primeira vez Registo apresentado no encontro anglo-germânico de Astronomia que se realiza em Manchester

Cientistas da Universidade de Aberystwyth (Reino Unido) dão a conhecer uma filmagem realizada em Setembro de 2011 de um tornado solar cinco vezes maior do que a Terra. O gigantesco tornado, “único e espectacular”, segundo os investigadores, foi detectado pelo Observatório de Dinâmica Solar (SDO), um satélite da NASA, lançado há dois anos e que se dedica a estudar o comportamento da nossa estrela. Esta é a primeira vez que um tornado desta dimensão é filmado.
Antes, o satélite SOHO tinha já descoberto tornados mais pequenos, “mas que não puderam ser gravados”, diz o investigador Xing Li, um dos cientistas que descobriu o fenómeno. A equipa acredita que o tornado está relacionado com o desencadeamento das tempestades solares, que se registaram naquele mês.
300 mil quilómetros por hora
A sonda detectou gases muito quentes – entre 50 mil e 2 milhões de graus Kelvin – em forma de espiral. Viajaram aproximadamente 200 mil quilómetros em trajectórias helicoidais por um período de três horas. Estes gases solares movem-se a 300 mil quilómetros, o dobro da velocidade máxima dos tornados terrestres.
Os tornados ocorrem frequentemente na raiz de enormes explosões de massa coronal. Quando se dirigem para a Terra, estas explosões podem provocar danos significativos aos satélites e até danificar a rede eléctrica.
As últimas tempestades solares, que ocorreram entre 8 e 10 de Março, obrigaram a desviar voos sobre o Árctico e afectaram as comunicações por rádio em alguns pontos do planeta. A energia que largaram na atmosfera superior da Terra era suficiente para abastecer todas as casas de uma cidade do tamanho de Nova Iorque durante dois anos.  


quinta-feira, 29 de março de 2012

Fóssil encontrado na Etiópia pode pertencer a ancestral desconhecido dos humanos Ossos de um pé encontrados na Etiópia mostram que espécie ainda desconhecida vivia em árvores


Um fóssil com idade entre 3 e 4 milhões de anos encontrado na Etiópia é um indício de uma nova espécie que viveu na mesma época de Lucy, o mais famoso dos ancetrais dos humanos. Os ossos encontrados são pedaços de um pé e mostram que essa raça extinta da família dos humanos, chamada hominis, vivia nas árvores.
O fóssil deve pôr fim a uma antiga discussão sobre a existência de apenas uma linha evolutiva de hominis, espécie mais próxima dos humanos que dos chimpanzés, entre 3 e 4 milhões de anos atrás. Até então, os registros fósseis eram limitados apenas à espécie Australopithecus afarensis, da qual Lucy.

Além disso, um estudo publicado nesta quarta-feira (29) na revista Nature mostra que os fósseis indicam um modo distinto de locomoção, classificado pelos pesquisadores como "equivocada". O pé é feito para se mover pelas árvores e nunca se adaptou à terra. Eles eram capazes de andar como bípedes, mas de maneira pouco eficiente. A espécie de Lucy se movia como bípede.
O paleoantropólogo Yohannes Haile-Selassie, do Museu de História Natural de Cleveland, em Ohio, Estados Unidos, diz que a espécie a que pertence o fóssil encontrado continua sem identificação, por falta de restos de crânio ou de arcadas dentárias associadas ao espécime. Eles afirmam que existem diversas semelhanças com uma o hominin Ardipithecus ramidus, apelidado Ardi, que viveu cerca de 4,4 milhões de anos atrás, na Etiópia. A diferença é um dedão semelhante ao de gorilas, usado para escalar árvores. 

quarta-feira, 28 de março de 2012

A NASA descobriu indícios de que os cometas possam ter trazido a vida à Terra

Uma equipa de investigadores da NASA descobriu novas evidências que apoiam a teoria de que a vida poderá ter chegado à Terra a bordo dos cometas.



A experiência, apresentada por Jennifer G. Blank no encontro anual da Sociedade Química Americana, recriou, com poderosos “disparos” de laboratório e um modelo de informático, as condições que existiam nos cometas quando bombardearam a Terra a uma velocidade de 25.000 quilómetros por hora . Este trabalho é parte da tentativa de compreender como os aminoácidos e outros elementos dos primeiros seres vivos apareceram num planeta que estava há milhares de anos vazio e isolado.
Os aminoácidos são componentes das proteínas, que são fundamentais para qualquer forma de vida, desde as bactérias até aos seres humanos. "A nossa investigação demonstra que os blocos que construíram a vida poderiam continuar intactos apesar do impacto e onda de choque que produziu o impacto de um cometa ", diz Black. Na sua opinião, isso mostra que "os cometas poderiam ter sido veículo realmente perfeito para trazer para aqui os ingredientes químicos que são considerados básicos para a vida evoluir, aminoácidos, água e energia."
Durante milhões de anos, cometas e asteróides bombardearam a Terra com frequência. As evidências científicas sugerem que a vida terrestre começou após o fim do “último grande bombardeio”, há cerca de 3.800 milhões de anos atrás. Anteriormente, havia demasiado calor para a sobrevivência de qualquer coisa. De facto, os primeiros fósseis têm cerca de 3.500 milhões de anos, o que supõe que a vida se tenha originado muito rapidamente.
Black e os seus colegas do Centro de Investigação Ambiental de Bay Area (NASA / Ames), decidiu testar se os aminoácidos ficavam destruídos pelo impacto de cometas, uma vez que anteriormente se demonstrou que é nestes objetos cósmicos que eles são originários. Para isso, utilizaram pistolas de gás, com as quais simularam altas temperaturas e ondas expansivas de grande alcance, tais como aquelas geradas pelos cometas ao entrarem na atmosfera. Nas balas, introduziram aminoácidos, água e outros materiais.
Aminoácidos não são só não se destroem, como começaram a formar “péptidos”, que é o que une os aminoácidos em proteínas. A pressão de impacto foi a que proporcionou a energia necessária para os criar.
Noutras experiências, a equipa de Blank utilizou modelos informáticos sofisticados para simular as condições do passado quando os cometas chocavam com a Terra. Perante estes testes, Black sugere que possa haver uma infinidade de “sementes” de vida ao longo dos anos, chegados desde cometas, asteróide e meteoritos.

Raro monólito britânico pode ter sido marcador astronómico

No Parque Peak Distrit, perto de Manchester, Inglaterra, encontra-se um estranho monólito que, admitem os investigadores, poderá ter servido como marcador astronómico há 4000 anos atrás. Passando despercebido à primeira vista, esta rocha é mais do que aquilo que parece.

Os investigadores da Universidade de Nottingham Trent vão apresentar os resultados dos estudos que têm desenvolvido, no Encontro Anglo-Germânico de Astronomia que se está a realizar naquela cidade até quinta-feira. O estudo pode ser consultado no arxiv.org.
O sítio que envolve a rocha, conhecido como Gardom's Edge, contém uma série de vestígios de monumentos da Idade do Bronze, um recinto do neolítico tardio e outras provas de grande e permanente ocupação humana.
A rocha, com 2,20 metros de altura, tem uma forma triangular em ângulo recto que se inclina para o sul geográfico. A orientação e inclinação estão alinhadas com a altitude do Sol durante metade do Verão. Os cientistas acreditam que foi colocada neste sítio para dotar o espaço de uma simbologia, através das mudanças da iluminação provocadas pelas estações do ano.
Os cientistas analisaram primeiro a microtopografia da superfície que rodeia a rocha. Encontraram pequenas pedras na sua base que definem a sua orientação, o que significa que foi colocada de forma intencional. Tal como o espaço à sua volta, a pedra será dos finais do Neolítico, acreditam os cientistas.


Um modelo feito em 3D mostra que, durante o Inverno, a parte inclinada da pedra está sempre na sombra. Durante metade do Verão, só se ilumina durante uma parte da manhã e da tarde. Na outra metade da estação quente, está iluminada todo o dia.



O monólito pode ter sido um marcador para encontros e celebrações. “Não é um relógio de Sol utilizado para determinar as horas; mas acreditamos que se erigiu para dar um significado simbólico ao lugar, tal como alguns edifícios religiosos são orientados em determinada direção por razões simbólicas”, explica Daniel Brown, professor de astronomia e coordenador do estudo.
Segundo ele, a utilização deste tipo de monumentos é bastante raro nas Ilhas Britânicas, havendo apenas alguns exemplos em New Grange (Irlanda) e Escócia. Estes estão associados a sítios de enterramento. O ciclo luz e sombra seria a simbologia utilizada para representar a eternidade, dizem os cientistas, sublinhando que o monólito de Gardom's Edge poderia também ter esta função.

terça-feira, 27 de março de 2012

As alterações climáticas aceleraram entre 2001 e 2010


A alteração climática acelerou durante a década de 2001-2010, um período marcado por chuvas, temperaturas extremas e inúmeros eventos meteorológicos extraordinários, de acordo com a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

Estas são algumas das conclusões preliminares do "Relatório da década 2001-2010 sobre o Clima Mundial", que a OMM divulgou. Segundo este documento, elaborado a partir da análise dos dados meteorológicos de 102 países durante esta década houve inundações em 63% dos países que participaram no estudo, enquanto em 43% registaram-se problemas de seca.
Em grande parte do hemisfério norte o volume de precipitações foi acima da média dos anos anteriores, especialmente a leste dos Estados Unidos, a norte e este do Canadá, Europa e Ásia Central, Colômbia, norte e sul do Brasil, Uruguai e norte da Argentina. Pelo contrário, no oeste dos Estados Unidos, sudoeste do Canadá, Alasca, sul e oeste da Europa, sul da Ásia, América Central, África Central e na zona da Amazónia a precipitação ficou abaixo da média.
Quanto a temperaturas, a década citada foi a mais quente desde que se dispõe de (1850), com temperaturas que se situaram em torno de 0,46 graus Celsius acima da média de temperaturas máximas que foram entre 1961 e 1990. Além disso, nove anos desta década estavam entre os 10 anos mais quentes desde 1850 e para 90% dos países estudados esta década foi a mais quente.
Os fenómenos meteorológicos extremos, como inundações, secas, ciclones e ondas de calor e frio, afetaram praticamente todas as regiões do planeta, embora o relatório reconheça duas ondas de calor "excepcionais" que passaram na Europa e Rússia nos verões de 2003 e 2010, respectivamente, e que resultaram em "milhares de mortes e incêndios."
O diretor da OMM, Michel Jarraud, expressou a sua satisfação pelo facto de que nos últimos 50 anos "melhorou a qualidade das previsões meteorológicas a longo prazo", mas lamentou que no mesmo período "tenham aumentado os fenómenos meteorológicos extremos.”

segunda-feira, 26 de março de 2012

Astrónomos descobrem galáxia rectangular Observações foram realizadas com o telescópio japonês Subaru


Uma equipa internacional de astrónomos descobriu uma rara galáxia de forma rectangular – Leda 074886. Esta galáxia-anã que se encontra a 70 milhões de anos-luz da Terra perece, como dizem os astrónomos, com um 'corte de diamante'. Até agora conheciam-se três tipos de galáxias: espirais (como a Via Láctea), elípticas e irregulares.
Esta descoberta aconteceu quando os astrónomos usavam o telescópio japonês Subaru Prime Focus (Suprime-Cam) para observar os aglomerados globulares à volta da NGC 1407, uma galáxia gigante na constelação Eridanus. No canto da imagem encontraram uma galáxia-anã com uma forma muito invulgar.


Alister Graham (da Swinburne University of Technology, Austrália) autor principal do artigo agora publicado no «Astrophysical Journal» admite que o achado fez sorrir os astrónomos, pois esta galáxia “não deveria existir, ou melhor, não se esperava que existisse”.
Leda 074886 não é fácil de ver porque é pouco luminosa, devido ao seu baixo brilho intrínseco. Tem 50 vezes menos estrelas do que a Via Láctea e a distância a que se encontra da Terra equivale a pôr em fila 700 galáxias como a nossa, que conta 100 mil anos-luz de diâmetro.
Uma das possibilidades propostas pelos investigadores é que esta “se tenha formado por colisão de duas galáxias aspirais, fazendo com que as estrelas que já existiam em ambas acabassem por se distribuir nas órbitas maiores, criando essa forma de corte de diamante; o gás concentrou-se no plano médio onde se condensou para formar as estrelas e o disco que se observa”, explica Duncan Forbes, da mesma universidade.
Talvez daqui a 3 mil milhões de anos, quando a nossa galáxia colidir com a Andrómeda, se tornem numa galáxia de aspecto rectangular, diz os cientistas. Esta descoberta permite aos astrónomos obter informação preciosa para estudar o modelo de outras galáxias.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Descoberto um asteróide que passará junto à Terra em 2013 As operações do La Sagra Sky Survey estão a cargo do Observatório Astronómico de Maiorca

Uma equipa de astrónomos da Agência Espacial Europeia (ESA) descobriu um asteróide que passará muito perto da Terra em 2013. Os especialistas prevêem que esta rocha espacial – baptizada de 2012 DA14 – de 50 metros de diâmetro se aproxime mais do nosso planeta do que muitos satélites, pelo que aumenta a necessidade de vigiar de forma sistemática os perigos que vêm de cima.

Devido ao seu pequeno tamanho e características da sua órbita, apenas pôde ser visto depois de ter passado pela Terra a sete vezes a distância da Lua. No entanto, as previsões actuais indicam que na sua próxima ronda pelo nosso planeta, a 15 de Fevereiro de 2013, passará apenas a 24000 quilómetros da Terra – mais perto do que muitos satélites comerciais.

"Esta distância é segura, mas será suficientemente perto para se conseguir observar o asteróide com binóculos normais", afirma Detlef Koschny, responsável pelo estudo de objectos próximos da Terra, do departamento da ESA Space Situational Awareness (SSA).


O objecto foi descoberto pelo observatório La Sagra Sky Survey, no sudeste de Espanha, perto de Granada, a uma altitude de 1700 metros, um dos locais com menos poluição luminosa nocturna do continente europeu.

"Considerando a sua trajectória no céu da manhã, o seu movimento angular bastante rápido, o seu brilho ténue e a sua órbita bastante acima do plano orbital da Terra, este asteróide era um alvo “escorregadio” – e facilmente poderia ter escapado sem ser detectado durante esta sua visita ao nosso planeta", diz Jaime Nomen, um dos descobridores.

A equipa usa vários telescópios automatizados para digitalizar o céu e a descoberta deu-se um pouco por acaso, depois de terem decidido observar áreas do céu onde os asteróides geralmente não são vistos. "Um cálculo preliminar mostra que o 2012 DA14 tem uma órbita muito parecida com a Terra com um período de 366,24 dias – apenas mais um dia que o nosso ano terrestre – e que “salta” dentro e fora da trajectória da Terra duas vezes por ano", continua ainda.

Embora durante a sua próxima visita esteja descartado um impacto com a Terra, os astrónomos irão usar a aproximação do asteróide para realizar mais estudos e calcular os efeitos gravitacionais exercidos pela Terra e pela Lua. "Estamos também muito interessados em observar a alteração da órbita do asteróide quando este passar próximo da Terra, a fim de calcular qualquer risco de impacto futuro", afirma Detlef.

As operações do La Sagra Sky Survey estão a cargo do Observatório Astronómico de Maiorca, que integrou recentemente o programa SSA da ESA. No futuro, o La Sagra enviará os resultados das suas observações ao centro de dados sobre asteróides que a ESA está a desenvolver.

quarta-feira, 21 de março de 2012

Sismo de magnitude 7,6 atinge o México


Cidade do México -- Um violento sismo com uma magnitude de 7,6 atingiu hoje o sudoeste do México, indicou o Instituto norte-americano de geofísica (USGS).
O centro de sismologia mexicano tinha previamente referido um sismo com magnitude 6,9, enquanto outras informações localizavam o epicentro na região de Acapulco, estado de Guerreo.
Segundo o instituto norte-americano, o epicentro foi localizado na região de Oaxaca, 25 quilómetros a nordeste da localidade de Ometepec, e ocorreu cerca das 12:02 locais (18:03 em Lisboa).


Pelo menos 11 pessoas ficaram feridas, mas não há registo de vítimas mortais.
Já os danos materiais são muitos, vários edificios ruíram e centenas de casas ficaram danificadas.



terça-feira, 20 de março de 2012

Peneda-Gerês




O Parque Nacional da Peneda Gerês (PNPG), criado em 1971, situa-se no extremo nordeste do Minho.
É a área protegida mais antiga de Portugal, e a única classificada como Parque Nacional.
A sua área é de 72000 hectares, engloba territórios dos concelhos de Arcos de Valdevez, Ponte da Barca, Melgaço, Montalegre e Terras de Bouro.
Neste Parque existem cerca de 114 aldeamentos, onde vivem cerca de 10000 residentes.
Esta população tem como actividades principais a agricultura, a pastorícia e a pecuária.
Devido á sua variedade de fauna e flora, e ás excelentes paisagens, este parque tornou-se uma das maiores atracções naturais de Portugal.

Crocodiliano pré-histórico pode ter mordida duas vezes mais forte que a de um T. rex Entre os animais vivos, o crocodilo-de-água-salgada, encontrado no norte da Austrália e na costa oriental da Índia, é o maior mordedor


A disputa pelo título de “maior mordedor” da natureza ganhou mais um capitulo. Após quase um mês dadivulgação do estudo que comprova que a mordida do Tyrannosaurus Rex era a mais poderosa entre os animais terrestres, cientistas da Universidade da Flórida apresentaram na última semana uma nova pesquisa, que apresenta ao dinossauro seus mais novos concorrentes: os crocodilianos. Um deles, de acordo com os cientistas, podia morder até duas vezes mais que um T. rex.
O novo estudo estabelece como o rei da mordida entre os animais vivos o crocodilo-de-água-salgada(Crocodylus porosus), encontrado no norte da Austrália e pela costa oriental da Índia. Sua mordida pode chegar a 16.460 newtons de força (próximo de 1.678 quilos), a cifra mais próxima do T. rex, que registrou pouco mais de 57 mil newtons no estudo publicado pela Biology Letters no fim de fevereiro.
A nova pesquisa, publicada na terça-feira (14) na revista científica PLoS One, analisou a mordida de 83 adultos de 23 espécies de crocodilos. Além disso, foram consideradas a estrutura muscular da mandíbula e a força dos dentes, mecanismos que ajudaram os crocodilianos a sobreviver e aperfeiçoar sua mordedura nos últimos 85 milhões de anos.
Entre os animais analisados, um crocodilo-de-água-salgada de cinco metros registrou o número mais expressivo de força na mordida e foi o modelo que os pesquisadores utilizaram para comparar com os seus ancestrais, que tinham estruturas corporais semelhantes.
De acordo com o raciocínio dos pesquisadores, um Deinosuchus, tipo de crocodiliano pré-histórico extinto de 16 metros que viveu há 85 milhões de anos, poderia alcançar impressionantes 102,750 newtons de força na mordida, o dobro do seu concorrente, o T. rex. A estrutura privilegiada dos crocodilianos combinava músculos potentes nas bochechas e dentes talhados pela evolução para dilacerar as suas presas.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Monte S. Filipe



Fica  Aqui um pequeno resumo do que vimos no Monte s.filipe

Nasa reconstitui a história da Lua

A lua não teve sempre o mesmo aspecto, apesar da sua aparente quietude. O Goddard Space Flight Center da Nasa reconstituiu o passado do satélite natural da Terra e a sua tumultuosa evolução. Embora a sua aparição ainda seja objecto de debate entre os astrónomos, observações realizadas com o Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO), enviado à superfície lunar em 2009, permitiu aos especialistas norte-americanos perceber melhor a lua.
Um dos primeiros choques na sua evolução é a formação, há 4,3 milhares de anos, do Polo Sul-Aitken – é uma cratera localizada no lado negro da Lua, com 13 quilómetros de profundidade e 2500 de diâmetro e assim nomeada em homenagem a Robert Grant Aitken, um astrónomo especialista em sistemas estelares binários.

Livre de impactos de grande envergadura até agora, a superfície do satélite terrestre, não tem qualquer atmosfera protectora caso sofra colisões com asteróides. As crateras e os mares lunares foram-se desenvolvendo ao longo de centenas de milhões de anos, muito antes de ter a face rugosa que hoje se observa.

Teste de Geologia





domingo, 18 de março de 2012

Telescópio da Nasa encontra 1º planeta habitável(Informações)

Em resposta a um pedido de um leitor eu resolvi dar algumas informações sobre o 1º planeta habitável fora do sistema solar .


No início deste ano, cientistas franceses confirmaram a existência do primeiro planeta fora do sistema solar a atender às exigências para a manutenção da vida, conhecido como Gliese 581d, mas o Kepler 22b, visto pela primeira vez em 2009, foi o primeiro cujas características puderam ser confirmadas pela agência espacial norte-americana.

A confirmação significa que os astrônomos viram o planeta cruzar a frente de sua estrela três vezes.

"A fortuna sorriu para nós com a detecção do primeiro planeta", disse William Borucki, principal pesquisador do Kepler no Centro de Pesquisas Ames, da Nasa.

"O primeiro trânsito foi capturado apenas três dias depois de termos declarado o telescópio pronto operacionalmente. Nós testemunhamos a definição do terceiro trânsito durante o período de férias de 2010."

O Kepler-22b está há 600 anos-luz de distância e é maior do que a Terra. O planeta tem uma órbita de 290 dias ao redor de sua estrela.

A Nasa também anunciou que o Kepler descobriu mais de 1.000 planetas com potencial de abrigar vida, duas vezes o número previamente localizado, segundo uma pesquisa que está sendo apresentada numa conferência realizada na Califórnia nesta semana.


sábado, 17 de março de 2012

Desaparecimento de animais de grande porte, causada tanto por homem como pelas mudanças climáticas

Ondas anteriores de extinções que removeu alguns dos maiores animais do mundo foram causados ​​por ambos os povos e as alterações climáticas, de acordo com nova pesquisa da Universidade de Cambridge. Suas descobertas foram publicadas na revista PNAS.
Ao examinar as extinções durante o período final do Quaternário (de 700.000 anos atrás até os dias atuais), mas principalmente focando nos últimos 100.000 anos, os cientistas foram capazes de avaliar a importância relativa dos diferentes fatores em causar a extinção de muitos dos megafauna terrestre do mundo , animais de 44 kg ou mais.
Estas extinções incluído mamutes na América do Norte e da Eurásia, assim como mastodontes e preguiças gigantes nas Américas, o rinoceronte lanoso na Europa, cangurus e wombats gigantes na Austrália, e as moas (aves não voadoras gigantes) na Nova Zelândia.
Os pesquisadores usaram dados de um núcleo de gelo da Antártida, o que dá um dos maiores registros de funcionamento das mudanças no clima da Terra, abrangendo os últimos centenas de milhares de anos. Eles também compilou informações sobre a chegada dos humanos modernos da África em cinco continentes diferentes (América do Norte, América do Sul, a maior parte da Eurásia, Austrália e Nova Zelândia).
Ao realizar uma análise estatística, utilizando tanto a informação climática eo tempo de chegada dos humanos modernos, eles foram capazes de determinar se o padrão de extinções em todo massas foi melhor explicada pela mudança climática, a chegada dos humanos modernos, ou ambos. Eles concluíram que era uma combinação de ambos chegada do homem (provavelmente através de alteração de caça ou habitat), bem como a mudança climática que causou as extinções.
Os autores acreditam que a pesquisa fornece insights sobre as conseqüências de pressões sobre megafauna que vivem hoje, incluindo tigres, ursos polares, elefantes e rinocerontes.
Graham Prescott, atualmente um estudante de PhD na Universidade de Cambridge e co-autor no papel, destacou que sua pesquisa pode nos informar sobre a situação atual que enfrentam animais de grande porte: "Nossa pesquisa sugere que uma combinação de pressão humana ea mudança climática foi capaz para causar os extinção de muitos animais grandes no passado.
"Muitos animais grandes e carismáticos de hoje estão ameaçados tanto pela pressão de caça e mudanças climáticas;. Se não tomar medidas para resolver estes problemas, podemos ver mais extinções E em contraste com as primeiras pessoas que encontrou esses megafauna, as pessoas hoje são totalmenteciente das conseqüências de nossas ações, o que nos dá esperança de que podemos evitar extinções futuras, mas vai fazer tudo o pior se não o fizermos ".




David Williams, atualmente um estudante de PhD na Universidade de Cambridge e co-autor no papel, adicionado:. "A perda destes animais tem sido um enigma zoológico desde a época de Charles Darwin e Alfred Russel Wallace Naquela época, muitas pessoas não acreditava que humanos causadas extinções fosse possível, mas Wallace defendeu o contrário.
Nós temos mostrado agora, 100 anos depois, que ele estava certo, e que os seres humanos, combinados com as mudanças climáticas vêm afetando outras espécies para dezenas de milhares de anos e continuam a fazê-lo. Esperemos que, agora, porém, estamos em posição de fazer algo sobre isso. "
Professor Rhys Green, um dos autores do papel da Universidade de Cambridge e da Real Sociedade para a Protecção das Aves (RSPB) disse: "A maioria dos estudos anteriores têm argumentado que a extinção dos mamutes e outros megafauna está ligado separadamente a qualquer pressão humana ou mudança climática. Nosso trabalho indica que eles tiveram seu efeito devastador trabalhando juntos.
"Esta combinação prévia de padrões incomuns de mudanças climáticas e pressão humana direta da destruição de habitat caça e é semelhante ao daqueles a que estamos submetendo a natureza até hoje eo que aconteceu antes deve ser tomado como um aviso.
"A principal diferença desta vez é que a mudança climática não é causada por flutuações no eixo de rotação da Terra, mas para o aquecimento causado pela queima de combustíveis fósseis e do desmatamento por seres humanos -. Um golpe duplo de nossa própria fabricação Devemos aprender a lição e agir com urgência a moderada ambos os tipos de impacto. " 

sexta-feira, 16 de março de 2012

Revelados dados sobre primitivo 'sapiens' que viveu na China “Pessoas do veado vermelho” viveram no período de transição entre o Pleistoceno e o Holoceno

Seres humanos com traços muito primitivos habitaram, entre 14 500 e 11 000 anos, o sudoeste da China, compartindo o espaço e o tempo com a espécie mais moderna, a nossa. Os primeiros estudos dos fósseis encontrados estão publicados no último número da «PLoS ONE».

Os restos fossilizados são fragmentos de quatro indivíduos encontrados em dois sítios diferentes: Longlin (província de Guangzi) e em Maludong (província de Yunna). 


Até agora não se tinha encontrado nada de parecido na Ásia, afirmam os investigadores chineses e australianos, que trabalharam sob a direcção de Darren Curnoe, da Universidade de Nova Gales do Sul. Os humanos mais parecidos com estes têm 100 mil anos e foram encontrados na Nigéria e na África do Sul.
História dos fósseis
Os fósseis da gruta de Longlin foram descobertos em 1979 por um geólogo de uma companhia petrolífera. Guardou a mandíbula e os fragmentos de costelas em caixas, em Kunming. Encontrou também restos do esqueleto, mas como estava incrustado na rocha não conseguiu tirá-lo. As caixas ficaram guardadas três décadas até que, em 2009, o arqueólogo chinês Ji Xueping confirmou o achado e, juntamente Curnoe, decidiu reconstruir o esqueleto. No meio dos ossos foram encontrados carvões que depois de datados por radiocarbono apontaram para a idade de 11 500 anos. Os fósseis da gruta de Maludong foram achados em 1989, mas na altura não foram descritos com rigor e acabaram também eles esquecidos numa caixa. Em 2008, a equipa de Curnoe iniciou uma campanha de escavações em Maludong e encontraram novos fósseis com as mesmas características dos anteriores, que foram datados de 14 500 anos.
Os investigadores sugerem duas hipóteses para a existência destes humanos, conhecidos como “pessoas do veado vermelho” (devido à grande quantidade de restos destes animais que se encontravam nas grutas).
A primeira diz que esta linhagem evolutiva poderá ser diferente da que deu origem ao Homo sapiens. A segunda considera que possa ter existido uma muito antiga e desconhecida 'saída de África' dos humanos modernos, uma população que não terá contribuído geneticamente para o humano de hoje em dia.
Se estas hipótese se confirmar quer dizer que existia uma grande diversidade de populações humanas em África antes da sua dispersão pela Eurásia, há 80 mil anos. Este grupo podia ter interagido de forma muito limitada e sem deixar rasto.
Os investigadores não conseguiram ainda extrair os DNA dos ossos para testarem os possíveis parentescos deste grupo. Quando o conseguirem, irão perceber se estão relacionados os hominídeos de Denisova, espécie encontrada na Sibéria ou com outras espécies.
Até agora, sabe-se apenas que este homem viveu durante o final da chamada Idade do Gelo, tendo sobrevivido ao Último Máximo Glaciar, período de transição entre o Pleistoceno e o Holoceno.
Foi nesta época que o homo sapiens começou a fabricar as primeiras cerâmicas para armazenar alimento e a dar os primeiros passos na agricultura e pecuária, ou seja, a entrar no chamado Neolítico. Não se sabe se os dois grupo de humanos interagiram.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Gorilas partilham modificações genéticas paralelas com humanos Sequenciação do genoma do primata ajuda a compreender a evolução do Homem

Os gorilas estão mais próximos dos humanos do que os cientistas julgavam. A descoberta surgiu depois de ter sido decifrado o genoma do primata, divulgou hoje a revista Nature.

Kamilah vive na Califórnia, EUA, tem 35 anos, pesa 136 quilos, tem um pêlo escuro a cobrir a pele e é a primeira gorila a ter todo o seu genoma sequenciado.



Com a sequência genética desta espécie, uma equipa internacional de biólogos do Instituto Wellcome Trust Sanger, no Reino Unido, fez a comparação com os genomas do chimpanzé e do Homem.


Os resultados demonstraram que os gorilas partilham com os humanos numerosas modificações genéticas paralelas, em particular a evolução do ouvido. Os cientistas sustentam que os genes da audição evoluíram nos gorilas a uma velocidade quase equivalente à dos humanos.


Segundo as conclusões publicadas na Nature, 15 por cento do genoma humano está mais próximo da versão do gorila do que a do chimpanzé. Por sua vez, 15 por cento do genoma do chimpanzé aproxima-se mais do gorila do que do Homem.

Australopitecos afarensis


Australopithecus afarensis is one of the longest-lived and best-known early human species—paleoanthropologists have uncovered remains from more than 300 individuals! Found between 3.85 and 2.95 million years ago in Eastern Africa (Ethiopia, Kenya, Tanzania), this species survived for more than 900,000 years, which is over four times as long as our own species has been around.  It is best known from the sites of Hadar, Ethiopia (‘Lucy’, AL 288-1 and the 'First Family', AL 333); Dikika, Ethiopia (Dikika ‘child’ skeleton); and Laetoli (fossils of this species plus the oldest documented bipedal footprint trails).

Similar to chimpanzees, Au. afarensis children grew rapidly after birth and reached adulthood earlier than modern humans. This meant A. afarensis had a shorter period of growing up than modern humans have today, leaving them less time for parental guidance and socialization during childhood.


Au. afarensis had both ape and human characteristics: members of this species had apelike face proportions (a flat nose, a strongly projecting lower jaw) and braincase (with a small brain, usually less than 500 cubic centimeters -- about 1/3 the size of a modern human brain), and long, strong arms with curved fingers adapted for climbing trees. They also had small canine teeth like all other early humans, and a body that stood on two legs and regularly walked upright. Their adaptations for living both in the trees and on the ground helped them survive for almost a million years as climate and environments changed.

Paleoclimas

Salamandra do tempo dos dinossauros Encontrada na China, esta 'nova' espécie viveu há 157 milhões de anos


Uma equipa de investigadores liderada por Ke-Qin Gao, da Universidade de Pequim, encontrou na província de Liaoning, nordeste da Chuna, o fóssil de um esqueleto praticamente completo de uma salamandra que viveu há 157 milhões de anos, no tempo dos dinossauros do Jurássico Superior.

Segundo o estudo já realizado e publicado na «PNAS», este animal é o mais antigo que se conhece da subordemSalamandroidea. A espécie foi baptizada como Beiyanerpeton jianpingensis.

A descoberta vem propor uma nova data para o aparecimento deste grupo, antecipando-a em 40 milhões de anos. O registo anterior mais antigo era da salamandra Valdotriton gracilis, encontrada no sítio de Las Hoyas, em Cuenca, Espanha. 



Os restos foram encontrados numa camada de sedimentos vulcânicos do Jurássico Superior e apresentam características comuns com as salamandras actuais, das quais existem, nos dias de hoje, umas 500 espécies registadas .


Uma das conclusões da análise morfológica é que a separação entre o grupo das salamandras gigantes (Cryptobranchoidae) e o mais extenso da actualidade, ao qual esta pertence, se produziu antes do que se pensava.



Beiyanerpeton jianpingensis media dez centímetros de comprimento e vivia dentro de água. Hoje em dia, o grupo a que pertence habita o hemisfério norte, não existindo na África subsariana, na Austrália nem na Antárctica.

segunda-feira, 12 de março de 2012

A evolução de Homem

E aceite pela comunidade cientifica que as mudanças climáticas ocorridas em África e as alteração que causaram na vegetação , podem ter desencadeado o evolução dos primeiro hominídeos .

Os primatas que habitavam estas regiões - Grande Vale de Rifte _ tiverem de se adaptar evoluindo para animais bípedes há cerca de 5 a 8 milhões de anos .
A locumuçao sobre 2 membros facilitava a locomoção num ambiente de vegetação rasteira , em que o alimento estava em árvores dispersas  e mais pequenas .

Australopitecos - o estudo fóssil indica que existiam varias espécies deste género  , em que os primeiros indivíduos deviam ter surgido a aproximadamente 4.1 M.a .Estes eram omnívoros e possuíam cerca de 35% da capacidade craniana  , ficam aqui alguma das características mais evidentes:


  • Fronte muito fugidia                                            
  • arcas supercisaliais salientes 
  • prognatismo(falta de queixo)
  • baixa capacidade craniana                              
  • condilo occipital 
  • sem mento
 
Homo habilis

Espécie extinta de hominídeos , que é considerada a primeira espécie da família Homo , com indícios de ter produzido utensílios simples .
Os primeiros vestígios conhecidos datam de 2.4 M.a.
Tinham estatura baixa e braços muito longos

                                                                                                          
Homo erectus 

Espécie extinta de hominídeos que é considerada um ancestral do homo sapiens .
O primeiro homo erectus apareceu no Quénia há cerca de 1.9 milhões de anos .
Bipedismo permanente e posição erecta , que era mias favorável a obtenção de alimento .
Aperfeiçoou as suas capacidades de caça e tinham uma grande capacidade de modalidade.
Aprendeu a dominar o fofo , o que torna possível ele deslocar-se para norte .




Homo sapiens 

A passagem do homo erectus para homo sapiens divide os investigantes .
Fosseis datados de 200000 a 400000 mil anos.
Espécie de primatas a qual o homem moderno pertence .












Homo sapiens neaderthalensis : CARACTERÍSTICAS: 
  • Viveu entre os 230000 e os 40000 mil anos 
  • A designação provem do vale de neander (Alemanha)
  • Adaptarem-se a condições ambientais mais frias(Glaciações)  
  • Estatura mais alta
  • as ferramentas que usavam  já eram mais avançadas 
  • Foram encontradas diversas sepulturas(sinal de religiosidade) 
  • geograficamente  encontrados na Euroásia 

                                                                                             

Homo sapiens sapiens: A nossa espécie






Estudo: Degelo dos glaciares nos Andes, Alpes e Alasca ameaça 11-38% da diversidade destas regiões


A completa fusão dos glaciares nestas regiões fará desaparecer entre 9 e 14 espécies de invertebrados alpinos, associadas aos rios e ribeiros por eles alimentados, com as primeiras extinções a surgirem quando as massas geladas a grandes altitudes sofrerem uma redução de 50%.
Embora o degelo dos glaciares não esteja a ser tão intenso quanto em tempos se pensou – a previsão de que o gelo nos Himalaias iria desaparecer em 2035 já foi retratada – é um facto que as massas de gelo a grandes altitudes estão a desaparecer.
Exemplos claros desta realidade são os glaciares tropicais no México e América do Sul que já se sofreram uma redução de 30% desde meados dos anos de 1980.
O fenómeno está a preocupar os cientistas, e um estudo recém-publicado na revista Nature Climate Change revela que há novos motivos de inquietação no que toca aos seus efeitos na Biodiversidade.
Os investigadores analisaram, em 103 locais, a fauna de larvas de insetos alpinos associada aos rios e ribeiros alimentados pela fusão das massas geladas nos Andes do Equador, Alpes europeus e montanhas costeiras do Alasca, e compararam-na com a percentagem da bacia hidrográfica coberta por glaciares.
Os resultados revelam que são numerosas as espécies que ocupam nichos ecológicos muito restritos – a Lednia tumana, por exemplo, habitat apenas secções de ribeiros alpinos de 500 m de comprimento, revelou um estudos nas Montanhas Rochosas norte-americanas -, de tal forma que quando metade da cobertura do gelo a grandes altitudes tiver derretido, essas espécies vão começar a desaparecer.
Com efeito, se os glaciares das três áreas montanhosas desaparecerem por completo, perder-se-ão entre 9 e 14 espécies, que representam 11% da diversidade no Equador, 16% nos Alpes e 38% no Alasca.
No caso específico destas espécies que têm características de habitat tão específicas, o traslado para novas localizações ou a restauração de habitat, que são opções válidas na conservação de outras espécies animais, não estão disponíveis, restando apenas uma alternativa – o combate às Alterações Climáticas à escala global.